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Robô BB-8 promete

04.11.15

 

BB-8.jpg

   BB-8

O novo robô BB-8, que irá aparecer no novo filme da Guerra das Estrelas - "Star Wars Episode VII: The Force Awakens" - em Dezembro, já tem uma uma nova versão de alta tecnologia em miniatura - e a versão esférica em particular tem um ou dois truques na manga para quando o filme estrear.

Há qualquer coisa acerca do BB-8: sem nada mais para o apresentar do que pequenos vislumbres em 'trailers' do filme, a sua forma esférica e a cabeça perigosamente empoleirada, tem o poder de hipnotizar e agradar. Não se parece com nada, e ainda assim tem o seu quê de Guerra das Estrelas, com tanta personalidade inata quanto o seu primo R2-D2.

Para o co-fundador do robô esférico, Adam Wilson, este não é o primeiro ensaio no mundo da robótica: acerca de 5 anos, ele e outro co-fundador Ian Bernstein criaram o robô programável em forma de esfera com o programa acelerador Techstars. Então, à cerca de um ano, os dois foram convidados para se juntar a um novo programa acelerador, numa colaboração da Disney e a Techstars.

'Ficamos tipo, «somos bons com robôs mas péssimos com personagens,»' referiu Wilson. 'Vamos então fazer esta coisa da Disney. Fizemos, e aconteceu ser perfeito para nós.'

Bob Iger, CEO da Disney, foi designado o seu mentor, e introduziu a equipa à nova personagem da 'Guerra das Estrelas', BB-8. Nessa noite, a equipa construiu numa impressora 3-D e montou uma versão do BB-8, não muito diferente da que foi para venda, pelo menos no que toca a hardware. O software mudaria muito ao longo do tempo.

O BB-8 final pode rolar por aí, controlado por uma app, através de um aparelho smart, podendo obedecer a uma voz de comando através do mesmo aparelho e pode ir deambular autonomamente, onde observa os obstáculos que vai encontrando. A esfera vai tentando igualmente imitar o padrão e os maneirismos que o robô do filme apresenta.

Outro aspecto que foi afinado, relaciona-se com o processo de colocar mais de 120 padrões 2D, no corpo 3D do BB-8.

A última visão dos criadores deste robô, é a de colocar uma destas máquina em cada casa. A companhia quer fazê-lo através de 'robôs engraçados', em lugar de algo mais funcional, como um aspirador - e o BB-8 já deu mais um passo nesse caminho. Uma personagem de futuro, que entretém, que é querido e com inteligência artificial, que poderá entender o que se lhe pergunta e predizer as necessidades, terá o potencial para se tornar um robô caseiro sempre presente. Quanto ao factor forma, há qualquer coisa mágica sobre aquela bola rolante autónoma, e a forma é factor suficientemente forte para servir como ferramenta prática, programável e robusta.

Quanto a um robô de tamanho natural, igual ao do filme, parece não estar para já previsto. O BB-8, comandado remotamente, terá 23 cm, e o BB-8's, 11 cm.

Entretanto, e com um preço de $150 (EUA), os donos destes robôs poderão esperar novidades nas lojas à medida que o filme se aproxima.

A equipa do BB-8 espera entregar o melhor boneco da 'Guerra das Estrelas' alguma vez feito.

Poderão ver aqui um pouco mais deste robô.

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publicado às 16:36

Philae: probabilidades razoáveis de contacto

04.11.15

 


As hipóteses de renovar o contacto com o robô laboratório europeu Philae, são razoáveis.

'Ele foi lançado através do espaço, agarrado a um cometa,' diz um controlador de voo, quatro meses depois de o pequeno módulo ter ficado em silêncio.

'Há uma probabilidade razoável de restabelecer contacto com o módulo, talvez 50/50,' diz Stephan Ulamec da Agência Espacial Alemã DLR.

A Philae tocou no cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko em 12 de Novembro, 10 anos depois de uma viagem de 6,5 mil milhões de Km, através do espaço.

A aterragem foi dura, e o robô tombou numa cova afastada dos raios solares capazes de carregar as baterias da sonda.

Após três dias de prospecção do cometa, a sua bateria acabou, e a Philae entrou em hibernação no dia 15 de Novembro.

Mas quando o cometa de aproximou do Sol na sua órbita elíptica, a Philae recarregou e acordou a 13 de Junho.

Efectuou oito contactos intermitentes com a Terra, através do satélite que orbita o cometa, e voltou a ficar silenciosa no dia 9 de Julho.

O estado do robô, do tamanho de uma máquina de lavar, é actualmente desconhecido.

- 'Razoavelmente optimista' -

Em Julho, os controladores expressaram o seu medo que a Philae tivesse mudado de lugar na superfície rugosa da superfície extra terrestre, e ficasse fora do alcance dos sinais rádio.

Outro risco é o de que os seus painéis solares estejam cobertos de poeira que saíram do cometa aquando da sua maior aproximação ao Sol, em Agosto.

O contacto será possível 'só se não tiver caído demasiado poeira nos painéis solares, o que é difícil de estimar, e se o sistema de comunicações estiver a funcionar propriamente,' disse Ulamec.

É possível que a Philae esteja 'acordada e ninguém saiba disso.

A sonda Rosetta teve de se afastar, fora do alcance de rádio, para prevenir estragos ao seu sistema de navegação devido às poeiras ejectadas, aquando da sua aproximação ao Sol.

À distância de 300 Km do cometa - comparado aos menos de 10 Km em Outubro - a Rosetta estava demasiado longe para comunicar com a Philae.

'O cometa tem estado menos activo desde Setembro, e as condições são mais favoráveis à aproximação,' diz Sylvain Lodiot, responsável de operações da Rosetta da Agência Espacial Europeia.

Na 3ª feira, o orbitador estava a uma distância de 270Km do cometa, e irá continuar a aproximar-se até aos 200 km se tudo correr bem.

'Estamos a preparar-nos para novos contactos com a Philae, diz Philippe Gaudon, Gestor do Projecto Rosetta na agência Espacial Francesa CNES.

'Estamos razoávelmente optimistas,' acrescentou.

A janela de contacto deverá estar disponível até ao final do ano.

'Fim de Dezembro ou Janeiro iremos começar a pesquisar uma área demasiado longe do Sol, onde já não é possível comunicar,' diz Ulamec.

A missão Rosetta foi concebida para sabermos mais acerca da origem na Terra.

Alguns especialistas acreditam que Cometas foram contra o nosso planeta, dando-lhe a preciosa água e química capaz de iniciar vida.

 

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publicado às 11:22

Sonda para Marte, desenvolvida na China, em exposição

04.11.15

 


Um modelo da sonda Marciana Chinesa, será mostrada na Feira da Industria Internacional da China, foi anunciado 2ª feira.

A 17ª Feira da Industria Internacional da China, abrirá portas 3ª feira, em Xangai, durando até Sábado. A réplica miniatura, que é um terço do tamanho real, terá um lugar de destaque na Feira com um stand de exibição.

Niu Shengda, um perito em satélites na Academia de Tecnologia Espacial de Xangai, explicou que a sonda consistirá em duas partes: um orbitador e um módulo de descida.

Astrónomos chineses apontam os seus olhares para o Planeta Vermelho seguindo a aterragem de sucesso na Lua de um rover o ano passado. Planeiam lançar a sonda em 2020.

'O projecto está a correr suavemente,' refere Niu Shengda.

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publicado às 11:09

Descoberta em plantas pode levar ao cultivo no espaço

04.11.15

 




Cientistas Australianos descobriram o gene que irá abrir a porta à produção alimentar no espaço. O professor Peter Waterhouse, um geneticista de plantas, descobriu o gene numa antiga planta nativa da Austrália de tabaco, Nicotana benthamiana, conhecida como Pitjuri entre as tribos aborigenes.

O professor Waterhouse fez a descoberta enquanto estudava as origens da Pitjuri, que tem sido usada por geneticistas enquanto modelo planta de teste de vírus e vacinas.

'Esta planta é a cobaia no mundo molecular das plantas,' disse, 'nós pensamos nela como sendo uma planta mágica com propriedades fantásticas.'

Sabemos que me 1939 as suas sementes foram enviadas por cientistas Australianos para cientistas Americanos e foram passando de laboratório em laboratório por todo o mundo.'

'Ao sequênciar o seu genoma e olhando para a história, fomos capazes de determinar que a planta original veio de Granites, perto do Território Norte da Austrália.'

'Sabemos, através do uso de um relógio molecular e registos fósseis, que esta planta em particular, sobreviveu na sua actual forma, na vida selvagem desde há 750 mil anos.'

A líder da pesquisa, Dra. Julia Bally, referiu que determinar a espécie exacta levou os investigadores numa procura de como é que a planta sobreviveu em ambiente selvagem durante tanto tempo.

'O que descobrimos poderá ter um grande impacto no futuro da pesquisa biotecnológica,' referiu a Dra. Bally.

'Descobrimos que esta é a planta equivalente ao rato na pesquisa de medicamentos.'

'A planta já perdeu o seu 'sistema imunitário' e fez isso para focar as suas energias na capacidade de ser capaz de germinar e crescer rapidamente, formar flor e lançar sementes após um pouco de chuva.'

'O seu foco é criar pequenas flores, mas grandes sementes, e conseguir que elas se enterrem no solo antes das chuvadas seguintes.'

'A planta trabalhou em combater a seca - o seu predador numero um - de modo a sobreviver através das gerações.'

O professor Waterhouse, um geneticista molecular no Centro de Colheitas Tropicais e Biomercadorias (Centre for Tropical Crops and Biocommodities) na QUT, disse que os cientistas poderão usar esta descoberta para investigar outros nichos ou crescimento em ambientes estéreis onde as plantas estão protegidas de doenças - e o espaço era uma opção intrigante.

'O recente filme «Perdido em Marte», que envolveu um astronauta deixado em Marte a plantar batatas, enquanto vive num ambiente artificial, tinha um pouco mais de ciência envolvida do que ficção,' disse.

O professor referiu igualmente que as descobertas da equipa têm também implicações na futura pesquisa genética, aqui, na Terra.

'Cientistas podem agora saber como tornar outras espécies em 'ratinhos' com objectivos de pesquisa. Então, tal como os ratos podem ser bons modelos para a pesquisa do cancro, ' versões de sementes para colheitas podem acelerar a pesquisa agrícola,' referiu.

O professor disse que o facto de a variedade de Nicotana Benthamina, da Austrália central ter dobrado o seu tamanho, abriu também a porta aos investigadores sobre como a Nicotana Benthamina pode ser usada comercialmente como uma biofábrica, como as sementes eram um excelente lugar para criar anticorpos para uso farmacêutico.

Pesquisadores de todo o mundo podem aceder ao site livre do Professor Waterhouse, para estudar os genomas de sete membros da família da planta.

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publicado às 09:59

Manipulação de rugosidades poderá levar a semicondutores de grafeno

04.11.15

 




O grafeno tem sido geralmente descrito como uma estrutura bi-dimensional - um único nível de carbono feito numa estrutura regular - mas a realidade não é assim tão simples. De facto, o grafeno pode formar rugosidades que tornam a estrutura mais complicada, mas com potencial para ser integrada em aparelhos electrónicos. O grafeno pode também interagir com o substrato onde é colocado, tornando-o ainda mais complicado.

Em pesquisas publicadas na Nature Communications, cientistas descobriram agora que a ondulação no grafeno podem restringir o movimento de electrões a uma dimensão, formando um espécie de junta estrutural que muda de condutor a semicondutor, instantaneamente.

Além disso, eles têm utilizado a ponta de um microscópio de varrimento para manipular a formação de rugas, abrindo o caminho para a construção de semicondutores de grafeno sem ser por meios químicos - adicionando outros elementos - mas antes manipulando a estrutura de carbono, ela própria uma forma de 'engenharia de grafeno'.

A descoberta aconteceu quando o grupo experimentava criar grafeno, fazendo a deposição de vapor químico, que é considerado o método mais fiável.

Eles estavam a trabalhar para formar grafeno num substrato de níquel, mas o sucesso deste método depende grandemente na temperatura e velocidade de arrefecimento.

De acordo com Hyunseob Lim, o primeiro autor do relatório, 'Nós tentávamos criar grafeno num único substrato de níquel cristalino, mas, em muitos casos, acabamos por criar um composto de níquel e carbono, Ni2C, em lugar de grafeno. Para resolver o problema, tentámos arrefecer rapidamente depois de adicionar acetileno, e durante esse processo criámos acidentalmente pequenas nano-rugas, de 5 nanómetros, na amostra.'

Eles foram capazes de ver estas pequenas rugas com microscopia de varrimento, e descobriram que havia lacunas nas bandas abertas entre elas, indicando que as lacunas podiam agir como semicondutores.

Normalmente electrões e buracos de electrões correm livremente através dos condutores, sem lacunas, mas quando é um semicondutor, há lacunas entre as bandas e os vários estados do electrão, e os electrões só podem passar nestas falhas sob certas condições. Isto indica que o grafeno pode, dependendo das rugas, tornar-se um semicondutor.

Inicialmente consideraram-se duas possibilidades para emergência da lacuna da banda. Uma é a de que esta tensão mecânica poderia causar este fenómeno magnético, mas excluíram esta possibilidade e concluíram que o fenómeno era causado pelo confinamento dos electrões numa só dimensão devido a 'confinamento quântico.'

De acordo com Yousoo Kim, líder do 'Surface and Interface Science Laboratory, que liderou a equipa, 'Até agora, esforços para manipular propriedades electrónicas do grafeno, terão sido feitos principalmente através de meios químicos, mas a desvantagem é a de que poderá levar à degradação de propriedades electrónicas devido a defeitos químicos. Aqui demonstramos que as propriedades electrónicas podem ser manipuladas simplesmente por mudar a forma da estrutura de carbono. Será entusiasmante verificar se isto nos poderá levar a novas maneiras de usar o grafeno.'

 

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publicado às 00:27


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