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Opportunity faz fotos panorâmicas e prepara-se para fazer ciência

18.02.16

 




Opportunity está a explorar o 'Vale da Maratona' na orla da Cratera Endeavour. O rover está em encostas mais íngremes de modo a alcançar alvos científicos em 'Knudsen Ridge.'

Durante a última semana, a Opportunity esteva a realizar panoramas extensivos com a sua câmara Pancam no local denominado por Knudsen Ridge.

Um dos propósitos é o de recolher imagens detalhadas de zonas que o rover se irá aproximar para uma investigação mais detalhada durante as próximas semanas.

Desde o Sol 4282 (9 de Fevereiro de 2016), a produção de energia solar foi de 493 watts-hora com uma opacidade atmosférica (Tau) de 0.443 e o factor de poeira do painel solar de 0.675.

A odometria total é de 42.66 Km, mais que uma maratona.

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publicado às 15:11

'Selfie' arenosa enviada pelo rover marciano da NASA

06.02.16

 



19 de Janeiro 2016 - auto retrato da Curiosity na 'Duna Namib'

O último auto-retrato do rover Curiosity da NASA mostra um laboratório móvel do tamanho de uma carro, ao lado de uma duna escura onde tem andado a escavar e peneirar amostras de areia.

A nova 'selfie' combina 57 imagens realizadas pela câmara MAHLI, na ponta do braço robótico da Curiosity a 19 de Janeiro. O rover tem estado a investigar um grupo de dunas de areia activas há cerca de dois meses, estudando como vento sopra e tipos de partículas de areia em Marte. O lugar faz parte do Campo Dunar Bagnold, que fica no flanco Noroeste do Monte Sharp, em Marte.

Quando as imagens foram montadas, o rover tinha escavado a ponta da 'Duna Namib' e recolhido a primeira de três amostras de areia dessa duna. Usou a sua pá mais tarde para recolher uma segunda amostra a 19 de Janeiro e uma terceira a 22 de Janeiro.

Durante o processo da terceira amostra, uma parte do aparelho do processo de análise da amostra, não actuou como esperado quando comandado. A equipa da Curiosity está a identificar possíveis razões para o procedimento do aparelho na análise.

O aparelho de processamento no braço é denominado CHIMRA, para recolha e manuseamento no local de análise de rochas marcianas. O componente que teve o comando de 'abrir', mas que não abriu, é chamado o túnel de CHIMRA. É aberto ao levar uma pancada no 'actuador', um componente motorizado que serve também para dar uma palmada firme, que ajuda a limpar o material das peneiradas. Parte da terceira amostra escavada está dentro do túnel CHIMRA após ter passado pela peneira. Se o túnel abriu através da 'palmada' do actuador como planeado, o próximo passo teria sido o de tirar uma fotografia da areia dentro dele.

'O rover respondeu propriamente a este evento inesperado,' disse Steve Lee, gestor do projecto para a Curiosity, no Jet Propulsion Lab da NASA na Califórnia. 'Parou de se mover no actuador e interrompeu o uso do braço robótico e sistema de amostragem.'

Enquanto o diagnóstico do trabalho progride, a equipa também está a continuar a usar os instrumentos de sensor remoto da Curiosity e instrumentos de monitorização ambiental. Uma parte da investigação dunar é ver a mesma localização repetidamente de modo a verificar o movimento de graus de areis causadas pelos ventos de Marte. Se o movimento ocorrer, a equipa poderá utilizar os equipamentos do rover de medição do vento para relacionar a força e direcção dos ventos que poderão causar o movimento.

Na segunda amostra da 'Duna Namib', a Curiosity usou com sucesso as duas peneiras da CHIMRA de modo a preparar as porções para análise. Estes dois procedimentos de peneiras não tinha sido usado previamente nos três anos e meio do rover em Marte.

A porção resultante foi feita de grão de areia suficientemente grandes para serem parados pela peneira com poros de 150 microns e suficientemente pequenos para passarem pela peneira com poros de 1 mm. Este tamanho de grão intermédio foi entregue ao laboratório de análise química interno do rover.

A terceira amostra teve o mesmo procedimento, mas a equipa cientifica decidiu que a porção entregue da segunda amostra era suficiente. Enquanto o rover segue após o trabalho de diagnóstico na CHIMRA, já terá terminado as suas investigações na 'Duna Namib'. A missão de examinar dunas de areia activas - a primeira de sempre a ser estudada de perto, para além das da Terra - está a providenciar informação acerca de processos dunares em condições de atmosfera muito rarefeita e de menos gravidade que a da Terra.

Pesquisadores estão a avaliar possíveis lugares para usar a broca da Curiosity de modo a recolher amostras de rochas na área.

A Curiosity atingiu a base do Monte Sharp em 2014, após investigação frutífera de camadas rochosas perto do seu local de aterragem, batendo posteriormente o terreno da montanha sedimentar. Na parte mais baixa da montanha, a missão está a estudar como o antigo ambiente de Marte mudou das condições de humidade favoráveis à vida microbiana, para condições mais duras e secas.

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publicado às 03:27

Opportunity escala encostas mais íngremes para chegar a alvos cientificos

05.02.16

 




Opportunity continua a explorar o 'Vale da Maratona' na orla da Cratera Endeavour. O rover está a escalar encostas mais íngremes de modo a alcançar alvos científicos em 'Knudsen Ridge.'

A Opportunity efectuou o primeiro de dois passos para subir no Sol 4269 (26 de Janeiro de 2016), com menos de 5 metros de avanço apanhando declives de 30 graus.

No Sol seguinte, o rover foi mais longe no declive avançando 4.4 metros atingindo inclinações de 30 graus.

Para os próximos cinco Sols, a Opportunity conduziu uma extensiva campanha de recolha de imagens com a Navcam e a Pancam dos potenciais alvos rochosos e sedimentos da encosta em frente ao rover preparando o contacto para as campanhas cientificas nas unidades geológicas bem perto do cume.

Desde o Sol 4262 (2 de Fevereiro de 2016), a produção de energia solar foi de 498 watts-hora com uma opacidade atmosférica (Tau) de 0.459 e o factor de poeira do painel solar de 0.683.

A odometria total é de 42.66 Km, mais que uma maratona.

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publicado às 10:26

Lugar de lagos Marcianos ligado a antigo ambiente habitável

02.02.16

 



Vista em perspectiva (topo) onde Rodriguez e outros propõem que lagos rasos se podem ter formado nos últimos milhões de anos e, (abaixo) o solo de um lago numa planície Tibetana, onde Rodriguez irá estabelecer uma investigação este Verão. As setas apontam em ambas as fotos os limites que rodeiam a bacia.

Circulação de água subterrânea por baixo de uma fenda tectónica maciça localizada ao longo do flanco dos planaltos de alguns dos maiores vulcões do sistema solar, resultaram na formação há 3,000 milhões de anos de algumas das maiores bacias de Marte, de acordo com um artigo do cientista J. Alexis Palmero Rodriguez do Planetary Science Institute.

Estas bacias podem ter sido episodicamente cobertas, talvez durante centenas de milhões de anos, por lava e lagos de água que foram descarregados do subsolo por fontes pressurizadas, escreveu Rodriguez no 'Correntes de água subterrânea induzem colapso e inundação em Noctis Labirintus, Marte' que aparece na Ciência Espacial e Planetária.

Esta, demonstra uma área em Marte que poderá ter tido possivelmente vida.

'As amplitudes térmicas, presença de água liquida, e presença de nutrientes, que caracterizam os ambientes habitáveis conhecidos na Terra, têm mais possibilidades de se concretizar em Marte em áreas com longa presença de água e processos vulcânicos,' disse Rodriguez.

'A existência de depósitos de sal e estruturas sedimentárias e possível colocação nos paleo-lagos são de particular importância astrobiológica quando se olha para antigas áreas habitáveis em Marte.

'Isto é particularmente verdade se a descarga de água do subsolo do Marte antigo gostasse de sistemas hidrotermais que estiveram activos durante milhares de milhões de anos, contribuindo para a formação dos paleo lagos, como é proposto nesta investigação.'

A detecção de locais dos paleo lagos em Marte é particularmente desafiador porque sobre a frigidez planetária e fina atmosfera, a água das lagoas pode ter-se comportado de um modo diferente das da Terra, referiu. 'Nesta pesquisa propomos uma região Tibetana onde altos lagos nas montanhas mostram formas únicas que podem explicar algumas características interiores das bacias das regiões de Marte estudadas.'

Em colaboração com o governo Chinês, Rodrigues irá visitar a região Tibetana no próximo Verão para investigar o potencial local como localizações astrobiológicas análogas. Estas pesquisas não serão suportadas pela NASA.

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publicado às 10:53

Opportunity faz 12 anos em Marte

01.02.16

 



   Local onde a Opportunity fez 12 anos

A Opportunity continua a explorar o 'Vale da Maratona' na orla da cratera Endeavour. O rover está numa encosta virado a Norte de modo a melhorar a produção solar de energia.

O rover está a conduzir uma campanha cientifica num alvo no solo chamado 'Joseph Collin'.

O alvo aparece como um curioso, e não consolidado, monte de grãos escuros. No Sol 4263 (20 de Janeiro de 2016), a Opportunity começou uma investigação de dois sols, usando o braço de instrumentos robótico. A cada Sol, um mosaico de imagens foi obtido pelo câmara microscópica e reunido.

Cada um foi seguido com uma colocação única pelo Espectrómetro de Partículas Raio-x Alfa (APXS) para identificação dos elementos. Nos 3 dias seguintes (sols), a atitude do rover foi actualizada com uma série de panoramas a serem recolhidos pela Pancam e Navcam.

No Sol 4268 (25 de Janeiro de 2016), o trabalho final deste alvo local foi completo com a recolha do braço robótico do alvo e a obtenção de algumas imagens documentais. O rover está a sair deste alvo para um novo alvo numa posição mais cimeira.

Desde o Sol 4268 (25 de Janeiro de 2016), a produção de energia solar foi de 469 watts-hora com uma opacidade atmosférica (Tau) de 0.478 e o factor de poeira do painel solar de 0.691.

A odometria total é de 42.65 Km, mais que uma maratona.

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publicado às 12:09

Curiosity consegue uma boa prova de uma peneirada de areia

26.01.16

 



Área de trabalho actual da Curiosity. Aqui.

Na sua localização actual para inspeccionar uma duna de areia activa, o rover marciano Curiosity da NASA está a adicionar alguns movimentos processuais de amostragem nunca tentados previamente em Marte. Areia da segunda e terceira amostras que o rover está a recolher da "Duna Namib" serão classificadas por tamanho de grão com duas peneiradas. A peneirada grossa será a primeira, e o seu uso também irá alterar a maneira como a amostra irá cair na porta de entrada do laboratório de análise dentro do rover.

O posicionamento do rover para agarrar um pouco de duna é igualmente um desafio. A Curiosity alcançou o seu alvo de amostra, chamada 'Gobabeb' a 12 de Janeiro.

'Era muito desafiante guiar até à encosta, para a areia inclinada e depois rodar para a melhor posição de modo a estudar a duna,' disse Michael McHenry do Jet Propulsion Laboratory da NASA, Califórnia. Ele é o planeador da missão de campanha do rover para a recolha destas amostras.

Curiosity tirou material de somente um outro local desde que aterrou em Agosto de 2012. Tirou amostras de poeira e areia de uma encosta chamada 'Rocknest de Outubro a Novembro de 2012. Entre lá e Gobabeb, o rover retirou amostras de material para análise em nove alvos rochosos, furando em lugar de apanhar.

O trabalho de missão corrente é realizar um estudo de proximidade de dunas de areia activas noutro lugar para além da Terra. 'Namib' e outros montes próximos de areia escura são parte do chamado 'Campo de Dunas de Bagnold', que fica entre o flanco Noroeste a montanha de camadas onde a Curiosity está a examinar gravações nas rochas de condições de ambientes antigos em Marte. Investigações à dunas está a dar informação acerca de como o vento se move e de várias partículas de areia em condições com muito menos atmosfera e menos gravidade do que a Terra.

Dunas de areia têm um leque variado de grãos de areia e composição dos mesmos. Classificar pelo vento irá concentrar certos tamanhos de grão e composição, porque a composição está relacionada com a densidade, baseado em onde e quando o vento esteve activo.

Gobabeb foi escolhido por incluir ondulações de areia recentemente formadas. Informações acerca destes aspectos do ambiente do Marte moderno podem também ajudar a missão a interpretar a variação da composição e padrões das ondulações em antigas rochas de arenito que se formaram do vento ou de água corrente.

A Curiosity tirou a sua primeira amostra dunar a 14 de Janeiro, mas o rover sondou a duna escavando primeiro com a roda. 'A roda ajudou a escavar dando-nos a confiança de termos areia suficiente onde estamos a pesquisar, oferecendo uma ideia sobre o lugar onde estamos e escavar onde não houver rocha por baixo da areia,' frisou McHenry.

A primeira amostra foi processada do mesmo modo que as amostras de 'Rocknest' foram: um número de complexos movimentos de uma aparelho multi-câmaras no braço do rover passam por uma peneira que filtra partículas maiores que 150 microns; algum do material que passa a peneira é largado para a porta do laboratório do aparelho; o material preso na peneira é largado no solo.

A porção é posicionada directamente sobre a porta de entrada da parte de cima do rover para deixar cair do processador do aparelho em vibração e uma porta para soltar a porção é aberta. Para além de analisar amostras nos seus instrumentos laboratoriais internos, a Curiosity pode usar outros instrumentos para examinar amostras largadas para o chão.

A Curiosity buscou uma segunda porção em Gobabeb a 19 de Janeiro. Isto quando a peneira voltou ao lugar. Permitiu a partículas até 1 milimetro que passassem.

Areia da segunda peneirada foi inicialmente alimentada na peneira de 150 microns. Material que não passou pela peneira fui passado para a peneira de 1 mm. A fracção encaminhada para o laboratório de análises que não passou na peneira mais fina, mas que passou na mais grossa.

'O que deixou foram predominantemente grãos que são mais pequenos que 1mm e maiores que 15 microns,' disse John Michael Morookian do JPL, líder da equipa de planeamento do rover para o Curiosity.

Esta fracção é deixada cair para um laboratório através de uma pequena pá, em lugar de um 'porcionador'. Morookian descreveu este passo: 'Nó iniciamos a vibração e inclinamos gradualmente a pá. O material cai pelo fim da pá, mais numa cascata que tudo de uma vez.'

A Curiosity alcançou a base do Monte Sharp em 2014 após investigações frutíferas de camadas próximas ao local de aterragem e andando posteriormente para as camadas da montanha. Na porção mais baixa da montanha, a missão está a estudar como o antigo ambiente marciano mudou da condição de água, favorável à vida microbiana, para condições mais duras e secas.

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publicado às 09:23

Ferramenta abrasiva do Opportunitty conduz dois polimentos de rocha

23.01.16

 




Opportunity está no 'Vale da Maratone' numa das encostas viradas a norte de modo a melhorar a produção de energia.

O rover está a conduzir uma campanha cientifica no local em contacto com o alvo de superfície, chamado 'Pvt. John Potts'.

Previamente, o rover efectuou dois polimentos de rocha com sucesso, conseguindo um milímetro de profundidade no total.

No Sol 4257 (14 de Janeiro de 2016), o rover utilizou a Ferramenta Abrasiva de Rocha (RAT) novamente, para aprofundar mais um milímetro. Com o polimento completo, a ferramenta RAT usou a escova de limpeza no Sol 4259 (16 de Janeiro de 2016), de modo a limpar a poeira existente.

Então, foi efectuado um mosaico de imagens feitas pelo Microscópio (MI), com a colocação do Espectrometro de Raio-x de partículas Alfa (APXS) dentro do alvo no solo.

Também durante este tempo, o rover continuou a fazer fotos Panorâmicas de 'Knudsen Ridge' de modo a formar um grande mosaico panorâmico do cume do vale.

Com o trabalho local efectuado neste alvo, no Sol 4262 (19 de Janeiro de 2016), o rover andou 5 centímetros para se posicionar noutro alvo para investigação de contacto.

Desde o Sol 4262 (19 de Janeiro de 2016), a produção de energia solar foi de 454 watts-hora com uma opacidade atmosférica (Tau) de 0.471 e o factor de poeira do painel solar de 0.670.

A odometria total é de 42.65 Km, mais que uma maratona.

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publicado às 07:20

Rover usa ferramenta abrasiva para moer rocha

20.01.16

 




Opportunity está no 'Vale da Maratona' numa das encostas viradas a norte de modo a melhorar a produção de energia. O rover está parado para efectuar uma campanha de investigação num alvo denominado 'Pvt. John Potts'.

O Opportunitty está a efectuar triturações consecutivas de modo a ter uma superfície limpa para análises elementares com o Espectrómetro de Raio-x de Partícula Alfa (APXS).

Uma trituração inicial feita pela Ferramenta Abrasiva de Rocha (RAT) foi completada, tendo sido realizada uma análise à rocha no Sol 4248 (5 de janeiro de 2016), com o Microscópio (MI), com uma análise inicial com o APXS.

Panoramas a cores de diversos alvos foram obtidos no Sols 4249 e 4250 (6 e 7 de Janeiro de 2016.

No Sol4253 (10 de Janeiro de 2016), um scan de busca feito com o RAT foi efectuado e montado para outra análise com o RAT num sol subsequente. No Sol 4255 (12 de Janeiro de 2016), dois passos de trituração mais profunda forma efectuados no alvo.

O RAT foi deixado no mesmo lugar de modo a efectuar-se triturações mais profundas mais tarde.

Desde o Sol 4255 (12 de Janeiro de 2016), a produção de energia solar foi de 452 watts-hora com uma opacidade atmosférica (Tau) de 0.446 e o factor de poeira do painel solar de 0.666.

A odometria total é de 42.65 Km, mais que uma maratona.

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publicado às 08:39

Uma 'aranha' em Marte

18.01.16

 




As calotas sazonais de gelo de dióxido de carbono erode muitos terrenos graciosos à medida que sublima (directamente de gelo para vapor) a cada primavera.

Na região onde a câmara de Experiência Cientifica de Imagens de Alta Resolução (HiRISE) na sonda da NASA Mars Reconnaissnace Orbiter fez esta imagem, que vemos formar um padrão de 'explosão estelar'. Noutras áreas estas almofadas radiais, tem sido referidas como aranhas, simplesmente devido à sua forma.

Nesta região o padrão parece mais dendrítico à medida que ramificações dos canais canais se espalham mais ao longo do centro.

Estas almofadas, acredita-se sejam formadas por gás a flutuar sob o gelo sazonal e que racham quando o gás escapa, levando poeira da superfície abaixo. A poeira cai na superfície do gelo em depósitos em forma de ventoinha.

Esta imagem que cobre cerca de 1 km, é uma porção da observação HiRISE catalogada como ESP_011842_0980, realizada a 4 de Fevereiro de 2009. A observação está centrada a 81.8 graus sul latitude, 76.2 graus este longitude.

Esta imagem foi tirada no tempo local de Marte de 16:56 e a cena é iluminada de oeste com uma incidência solar angular de 78 graus, estando assim o sol 12 graus acima do horizonte. Numa longitude solar de 203.6 graus, a estação no hemisfério norte de Marte é Outono.

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publicado às 09:56

Isto é um antigo rio... em Marte

17.01.16

 

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publicado às 09:28


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