Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


NASA pode voltar à Lua, mas só após corte com a Estação Espacial Internacional

28.02.16

 


Em resposta às criticas de que a NASA teria perdido a sua direcção sob a administração Obama, o perito de política espacial, John Logson, ainda acredita que, enquanto erros são realizados, uma missão a Marte ainda é uma possibilidade durante a próxima presidência.

Enquanto o anterior cabecilha da NASA, Mike Griffin, diz que a administração Obama deixou a agência 'sem sonhos, nenhum plano, sem orçamento e nenhum remorso' acerca do espaço, tem no entanto planos ambiciosos para o futuro, disse o perito de politica espacial John Logsdon à Rádio Sputnik.

De acordo com Logsdon, antigo líder do Instituto de Política Espacial, o futuro da politica espacial da NASA será decidido pelo próximo presidente Norte-Americano. O principal assunto seria sobre o retorno ou não à Lua em primeiro lugar, ou começar imediatamente a exploração do espaço profundo com uma missão tripulada a Marte.

'Somente com o término do apoio governamental à Estação Espacial Internacional, irá haver um orçamento adequado para o robusto programa de exploração,' disse Logsdon à Radio Sputnik. 

Ele fez notar que não será até 2030 que a agência será capaz de enviar uma missão tripulada a Marte. A rejeição da actual administração da ideia de voltar à Lua antes da missão a Marte erra um erro, de acordo com Logsdon.

No entanto, não há dinheiro suficiente para fazer correr tanto o programa de EEI como o programa de Marte, pelo que escolher um rumo à frente do seu tempo é a chave. A NASA e a comunidade espacial, esperam que exista estabilidade com o novo líder da agência espacial, em lugar de uma mudança radical vista após a inauguração da era de Barack Obama, disse Logsdon à Rádio Sputnik. 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 14:56

Rússia quer construir um motor atómico para exploração do espaço profundo

21.01.16

 




A Agência Espacial Federal Russa (Roscosmos) apresentou um plano a dez anos, que inclui a construção de um protótipo de motor movido a energia atómica, capaz de fornecer energia a naves para expedições até ao espaço distante.

'Todo o trabalho de construção do motor atómico está em andamento, de acordo com os planos escalados. Nós podemos afirmar com um grau elevado de certeza que o trabalho estará terminado dentro do calendário definido,' disse à Izvestya, Andrey Ivanov, porta-voz da Rosatom, Corporação de Energia Atómica Estatal Russa.

O projecto é parte do programa Espacial Federal 2016-2025, que a Roscosmos apresentou recentemente ao governo Russo para aprovação.

Andrey Ionin da Academis Cosmonautica Tsiolkovskiy Russa disse à Izvestiya que o programa pretende um plano mais abrangente para a exploração espacial, que levará à construção do foguetão nuclear.

'É claro que o motor atómico é necessário só para exploração do espaço distante,' disse Ionin.

'Projectos como a criação de um motor atómico tem de ser realizados num contexto de um projecto maior, de modo a entender precisamente para que estamos a fazer um motor tão poderoso energeticamente.'

Segunda-feira, Rosatom revelou alguns aspectos da construção do motor que já estão a ser realizados.

'Duas importantes etapas do projecto foram recentemente realizadas,' disse Ivanov.

'Testar o invólucro do reactor foi realizado com sucesso. Este teste foi realizado para testar a pressão extrema e teve mediadas 3D do metal, soldadura e intersecção cónica.'

Para mais, «Um elemento de combustível único foi construído o que permite ao motor trabalhar em altas temperaturas, em grandes amplitudes térmicas e enormes doses de radiação,' disse Ivanov.

Correntemente, as sondas espaciais, como a Voyager ou Pioneer usam Geradores Termoeléctricos Radioisotópicos (RTG) de modo a converter calor de plutónio-238 radioactivo em electricidade.

Estas baterias atómicas têm sido usadas desde 1960's para dar energia a missões não tripuladas de longa duração, em destinos escuros e longínquos do sistema solar, ou em planetas onde as células solares não são práticas. Quando foi lançado em 1977, os três RTG da Voyager 1 produziam 470 Watts de electricidade, com a produção de energia a decair ao longo do tempo.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:08


Pesquisa

Pesquisar no Blog  

calendário

Março 2016

D S T Q Q S S
12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
2728293031




Arquivos

  1. 2016
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2015
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D